//Perfil
Nome: Kátia
Idade: 42 anos
Signo: Escorpião
CHEGAR AOS QUARENTA...
Interessante chegar aos 40...
Me sinto muito bem,
Me sinto como na adolescência,
Porém com uma grande vantagem...
Sem aquelas angustiantes dúvidas e
Reafirmações de identidade...
Sem me sentir incompreendida por todos,
Que hoje na verdade acredito,
Ser a incompreensão de nós mesmos,
Que projetamos aos demais.
Com essa experiência e outras mais,
Sinto a serenidade de quem já viveu
Pelo menos metade da vida e
Não tem pressa de viver a outra metade,
Porque quer aproveitar a cada dia,
Saboreando-o ao máximo e
Aprendendo sempre mais.
Extraindo da vida tudo o que ela tem de melhor
Como quando esprememos uma fruta
Até tirar todo seu sumo.
Filme: Classico:Casablanca, Recente(nem tanto): A espera de um milagre.
Música: Quase todas, desde que tenha uma letra ou melodia de qualidade.
//Links
-
Essencialmente Um Ser No Mundo
-
Pensamentos soltos ao vento
-
Karen
-
Celtico
-
Meu outro Blog
-
Blog da Lilian
-
Papo Espírita
-
O vôo da águia
-
Blônicas
-
Blog do João
-
Mestra dos Sonhos
-
Espelho da alma
-
LOBA
-
Sentimentos e palavras
-
Blog da Vilma
-
Vertentes de mim
-
Blog da Aline
-
Humanos no Mundo
-
Menina de Lua
-
Andréia
-
Blog da Polianne
-
Blog da Santa
//Votação
-
Dê uma nota para o meu blog
-
Indique este blog
//Contador
//Histórico
-
28/10/2007 a 03/11/2007
-
14/10/2007 a 20/10/2007
-
20/05/2007 a 26/05/2007
-
29/04/2007 a 05/05/2007
-
15/04/2007 a 21/04/2007
-
01/04/2007 a 07/04/2007
-
25/03/2007 a 31/03/2007
-
18/03/2007 a 24/03/2007
-
11/03/2007 a 17/03/2007
-
04/03/2007 a 10/03/2007
-
25/02/2007 a 03/03/2007
-
18/02/2007 a 24/02/2007
-
10/09/2006 a 16/09/2006
-
03/09/2006 a 09/09/2006
-
30/07/2006 a 05/08/2006
-
18/06/2006 a 24/06/2006
-
07/05/2006 a 13/05/2006
-
30/04/2006 a 06/05/2006
-
23/04/2006 a 29/04/2006
-
16/04/2006 a 22/04/2006
-
09/04/2006 a 15/04/2006
-
02/04/2006 a 08/04/2006
-
19/03/2006 a 25/03/2006
-
05/03/2006 a 11/03/2006
-
26/02/2006 a 04/03/2006
-
12/02/2006 a 18/02/2006
-
29/01/2006 a 04/02/2006
-
22/01/2006 a 28/01/2006
-
08/01/2006 a 14/01/2006
-
01/01/2006 a 07/01/2006
-
25/12/2005 a 31/12/2005
-
18/12/2005 a 24/12/2005
-
20/11/2005 a 26/11/2005
-
06/11/2005 a 12/11/2005
-
30/10/2005 a 05/11/2005
-
16/10/2005 a 22/10/2005
-
25/09/2005 a 01/10/2005
-
11/09/2005 a 17/09/2005
-
28/08/2005 a 03/09/2005
-
14/08/2005 a 20/08/2005
-
31/07/2005 a 06/08/2005
-
24/07/2005 a 30/07/2005
-
03/07/2005 a 09/07/2005
-
26/06/2005 a 02/07/2005
-
19/06/2005 a 25/06/2005
-
29/05/2005 a 04/06/2005
-
22/05/2005 a 28/05/2005
-
08/05/2005 a 14/05/2005
-
01/05/2005 a 07/05/2005
-
24/04/2005 a 30/04/2005
-
17/04/2005 a 23/04/2005
-
03/04/2005 a 09/04/2005
-
27/03/2005 a 02/04/2005
-
13/03/2005 a 19/03/2005
-
27/02/2005 a 05/03/2005
-
13/02/2005 a 19/02/2005
-
06/02/2005 a 12/02/2005
-
30/01/2005 a 05/02/2005
-
23/01/2005 a 29/01/2005
-
16/01/2005 a 22/01/2005
-
09/01/2005 a 15/01/2005
-
02/01/2005 a 08/01/2005
-
26/12/2004 a 01/01/2005
-
19/12/2004 a 25/12/2004
-
12/12/2004 a 18/12/2004
-
05/12/2004 a 11/12/2004
-
28/11/2004 a 04/12/2004
-
21/11/2004 a 27/11/2004
-
14/11/2004 a 20/11/2004
-
07/11/2004 a 13/11/2004
//Créditos
PRECONCEITOS
Este texto faz parte da blogagem coletiva do "Dia contra a Discriminação Racial"

Era uma tarde de domingo e o parque estava repleto de pessoas que aproveitavam o dia ensolarado para passear e levar seus filhos para brincar. O vendedor de balões havia chegado cedo, aproveitando a clientela infantil para oferecer seu produto e defender o pão de cada dia. Como bom comerciante, chamava atenção da garotada soltando balões para que se elevassem no ar, anunciando que o produto estava à venda. Não muito longe do carrinho, um garoto negro observava com atenção. Acompanhou um balão vermelho soltar-se das mãos do vendedor e elevar-se lentamente pelos ares. Alguns minutos depois, um azul, logo mais um amarelo, e finalmente um balão de cor branca. Intrigado, o menino notou que havia um balão de cor preta que o vendedor não soltava. Aproximou-se meio sem jeito e perguntou: “moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?”. O vendedor sorriu, como quem compreendia a preocupação do garoto, arrebentou a linha que prendia o balão preto e, enquanto ele se elevava no ar, disse-lhe: “Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.” O menino deu um sorriso de satisfação, agradeceu ao vendedor e saiu saltitando, para confundir-se com a garotada que coloria o parque naquela tarde ensolarada. O preconceito é uma praga que se alastra nas sociedades e vai deixando um rastro de prejuízos, tanto físicos como morais. O preconceito de raça tem feito suas vítimas, ao longo da história da humanidade. Mas não é somente o preconceito racial que tem sido causa de infelicidade. Esse malfeitor também aparece disfarçado sob outras formas para ferir e infelicitar. Por vezes, surge como defensor da religião, espalhando a discórdia e a maldade, o sectarismo e os ódios sem precedentes. Outras vezes apresenta-se em nome da preservação da raça, gerando abismos intransponíveis entre os filhos de Deus. Também costuma travestir-se de muro entre as classes sociais, fortalecendo o egoísmo, o orgulho, a inveja e o despeito. Podemos percebê-lo, ainda, agindo como barreira entre a inteligência e a ignorância, disfarçado de sabedoria, impedindo que o mais esclarecido estenda a mão ao menos instruído. O preconceito também costuma aparecer travestido de patriotismo, criando a falsa expectativa de supremacia nas mentes contaminadas pela soberba. Ele também pode ser percebido com aparência de idealismo político, explorando mentes juvenis inexperientes e sonhadoras, que são usadas como massa de manobra. Como se pode perceber, o preconceito é um inimigo público que deveria ser combatido como se combate uma epidemia. Essa chaga social tem emperrado as rodas do progresso e da paz. Por essa razão, vale empreender esforços para detectar sua ação, sob disfarces variados, e impedir sua investida infeliz. Começando por nós mesmos, vamos fazer uma auto-análise para verificar se o preconceito não está instalado em nosso modo de ver, de sentir, comandando nossas atitudes diárias. Depois, extirpar de vez por todas esse mal que teima em nos impedir de viver a solidariedade e a fraternidade sem limites, como propôs o Mestre de Nazaré.
Redação do Momento Espírita, com base no conto “o vendedor de balões”, do livro as 100 mais belas parábolas de todos os tempos.

-
Postado por: Kátia às 17h56
[ ]
[ envie esta mensagem ]