Quando uma pessoa de atenção comete um erro, diz "equivoquei-me", e aprende a lição; quando uma pessoa comum comete um erro, diz "não foi por minha culpa", e responsabiliza os outros pelo erro.
Uma pessoa de atenção sabe que o infortúnio é o melhor dos mestres; uma pessoa comum sente-se vítima diante dele.
Uma pessoa de atenção sabe que tudo o que lhe sucede é resultado de acontecimentos acidentais ou de seu modo de agir; uma pessoa comum crê na má sorte ou que "espíritos" estão contra ele.
Uma pessoa de atenção, quanto mais trabalha, mais arranja tempo para cuidar de si mesmo; uma pessoa comum está sempre muito ocupada e não tem tempo nem para os seus.
Uma pessoa de atenção enfrenta, um a um, todos os desafios; uma pessoa comum contorna-os, não se atrevendo, nem mesmo, a tentar enfrentá-los.
Uma pessoa de atenção dá a sua palavra e cumpre o que prometeu; uma pessoa comum faz promessas, não tenta cumpri-las, procurando apenas justificar-se.
Uma pessoa de atenção diz "sou bom, mas vou tentar ser ainda melhor"; uma pessoa comum diz "não sou tão mau quanto os outros".
Uma pessoa de atenção escuta, compreende e responde; uma pessoa comum não espera a sua vez para falar.
Uma pessoa de atenção respeita os que sabem mais e tenta aprender com eles; uma pessoa comum resiste a aprender com quem sabe, fixando-se apenas em seus defeitos.
Uma pessoa de atenção sente-se também responsável pelo que há além de seu trabalho; uma pessoa comum diz "faço o meu trabalho e isso basta".
Uma pessoa de atenção está sempre procurando uma forma melhor de fazer o que tem que ser feito; uma pessoa comum diz "este é o modo como sempre faço e não há outro!"
Uma pessoa de atenção é sempre parte da "solução"; uma pessoa comum é parte do "problema".